Entenda os principais componentes de uma bicicleta

Comprou uma bicicleta e não sabe como montá-la? Ou ainda está buscando uma e quer entender melhor seus componentes? Entenda melhor e marque a pedalada com seus amigos!

 

A alma da bicicleta

Quadro: é considerada a parte mais importante da bicicleta. Não só pelo visual que ele pode dar a sua magrela, mas porque se ele não estiver adequado a você o problema pode ser grande. A primeira coisa, a saber é o número do quadro, que é dado em polegadas. Para adultos, vai de 17” para mais de 20”.

Para dar um guia básico, em poucas linhas, para pessoas de cerca de 1,60m de altura, o tamanho indicado é o 17”, para 1,70m, o 19” e para pessoas de 1,80m pra cima, os de 20” ou maior são os indicados.

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Mesa e guidão: a mesa é a ligação entre o garfo e o guidão. Mais que somente uma ligação, ela é o ajuste fino do tamanho do quadro com relação ao tamanho do seu tronco. Outro ajuste que a mesa proporciona é na altura do guidão, o que influi na distribuição de peso do corpo entre o selim e as mãos.

A escolha do guidão é definida pelo uso que se vai dar a bike. Se for passeio, todos praticamente servem, alguns podem ajudar na elevação do apoio das mãos para equilibrar na distribuição de peso. Agora se for fazer down hill, a resistência deve ser levada muito em conta.

Suspensão ou garfo: se você tiver a certeza absoluta de que só vai pedalar em asfalto liso, o garfo é a melhor opção. É mais leve e muito mais barato. Agora, se você já for subir e descer de calçada, pedalar por terrenos irregulares, não tem como fugir de uma suspensão dianteira: a segurança e o conforto aumentam.

Caixa de direção: com esse nome até parece algo de outro mundo, mas não passa de duas “arruelas” com rolamentos que fazem o cano da suspensão girar no quadro de maneira suave ao mesmo tempo em que a mantém presa. Parece contraditório, fixar e girar, mas é justamente o que ela deve fazer. Manter a suspensão no seu lugar sem tirar o movimento para os lados que te possibilitam direcionar a roda.

Grupos de câmbio e freio: se o quadro é a estrutura da bicicleta que deve lhe vestir com conforto, o sistema de câmbio e freio poderia ser considerado o coração da sua bicicleta. É com ele que você vai ritmar suas saídas ao mundo sobre duas rodas. As opções são muitas, e só pela variação de preço entre os vários modelos já se pode afirmar que você terá muito que pensar e ponderar para escolher. Pedivela: há duas coisas sobre este componente onde você vai depositar todas suas energias para rodar o mundo: tamanho das coroas e tamanho da alavanca. Quanto maior a haste e menor as coroas, mais rendimento de força você terá. O contrário te dará mais velocidade e mais músculos nas pernas. Uma outra coisa que você poderá levar em consideração é o peso de todo sistema. Hoje em dia, há pé de vela com o movimento central integrado e todo oco para aliviar o peso.

 

Conectando as partes

Movimento central: é um rolamento onde o pé de vela é colocado e em torno do qual você irá girar suas pernas. O importante desse item é você observar o diâmetro certo no seu quadro e buscar um que seja selado, pois esta parte da bike sempre esta cheia de areia e água.

Catraca: é responsável pelas relações das sete, oito ou nove marchas intermediárias de cada opção das coroas da frente. Uma bike com 24 marchas, nada mais é que oito opções para cada uma das três coroas da frente. Mas aqui vale uma observação de que nem sempre quanto mais marchas, mas leve é pedalar. O que define a relação de força é o raio da coroa da frente com o raio da traseira. Câmbio dianteiro: esta parte é composta de uma braçadeira uma mola e uma guia que faz a corrente mudar de coroa no pé de vela. Apesar de uma aparência simples, a precisão de um bom sistema pode fazer a diferença na hora de engatar uma marcha mais leve no começo de uma subida, ou até desregular menos em condições extremas de chuva e lama.

Câmbio traseiro: é responsável por levar a corrente precisamente de uma coroa para outra na catraca. Regule bem para garantir o conforto no passeio.

Freios: os mais utilizados são os a disco, pois mesmo sob barro intenso resolvem bem o problema. São mais precisos e macios que os outros, mas alguns ciclistas dizem que para se ter o melhor de um freio a disco tem que ser o hidráulico.

Corrente: parece tudo igual, mas para cada modelo de grupos, uma corrente é indicada. Basicamente o que difere é a resistência. A corrente é forçada não só no sentido da tração, mas lateralmente também. Quando você usa as marchas das pontas na catraca a corrente pode ficar em diagonal. Todo este esforço desgasta. Uma corrente bem usada sai da bike mais extensa do que quando entrou. Portanto uma corrente certa é fundamental.

Rodas: uma parte importante das rodas já foi mencionada no item anterior, os cubos. Isso porque você pode comprá-los no grupo, o que pode gerar alguma economia do que comprar tudo separado.

A partir dos cubos montamos as rodas com o aro e os raios. Depois, é só revestir com um pneu para o seu tipo de passeio e sair por aí. Vamos ver o que avaliar em cada componente.

Raios: além de estruturar as rodas, os raios são responsáveis pelo alinhamento da bike. Podem ser de aço comum ou inox. Os terminais para fixação no aro são de alumínio.

Aro: é uma peça na qual você não deve economizar. Relativamente barato em relação ao resto da bike, ele simplesmente estraga o passeio se der problema. Antes de escolher pelo jeitão invocado que ele pode dar a sua bike, observe que tipo de alumínio é utilizado na fabricação.

Pneu: dois pontos valem ser lembrados quando o assunto é pneu. Se você anda muito em asfalto, escolha rodantes mais finos para ajudar no desempenho. Se vai para a areia, um mais largo pode ajudar.

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